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Novas alterações na NF-e / Danfe

No decorrer do ano o Fisco paulista vai promover algumas alterações na emissão da Nota Fiscal Eletrônica e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), dentre as quais destacamos as prorrogações do prazo para utilização da carta de correção em papel, até 30.06.2012, e da obrigatoriedade, a partir de 1º.07.2012, de emissão da NF-e.

Alterações estas publicadas na portaria CAT nº 162/2011 de 06.12.2011.


Veja mais informações sobre este assunto em www.iob.com.br

Fonte: Editorial IOB

 

Vem ai a Nuvem Fiscal

Nos últimos anos estamos passando por uma série de mudanças na forma como o estado trata as informações geradas pelas empresas. A tendência realmente é que ocorra um aumento do controle de tudo o que é movimentado dentro de uma distribuidora seja relacionado a movimentação de mercadorias, geração de tributos, finanças entre outros.

 
Existe muita especulação sobre o nível de controle que o estado tem e como ele pode usar e principalmente quando poderá usar estes dados.
 
Segue um link de uma matéria publicada no site do FiscoSoft pelo Álvaro Antônio da Silva Bahia  que pode dar uma ideia da abrangência e da tendência do que pode ocorrer.
 
http://www.fiscosoft.com.br/main_index.php?home=home_artigos&m=_&nx_=&viewid=264525#nota

Nesta hora ter uma empresa especializada como a Custom Software cuidando do seu software e de seus interesses pode fazer toda diferença!

CAT 137 entra em vigor em Janeiro de 2012

Entrou em vigor no dia 01/01/2012 a portaria CAT 137 de 28/09/2011.

O maior impacto gerado pela portaria ocorreu na base na cálculo do ICMS-ST de saída de mercadorias dentro do estado de São Paulo.
A Custom Software disponibilizou toda documentação e suporte necessário aos clientes nesta atualização e observamos que o resultado da mudança foi atingido com total precisão e no momento correto de vigência da portaria.
 
Neste Momento sua distribuidora pode ter a tranquilidade de que a equipe Custom Software está bem preparada, atualizada e cuida do seu software de forma comprometida com os resultados do seu negócio.
 
Fonte para consulta da CAT:
http://info.fazenda.sp.gov.br/NXT/gateway.dll?f=templates&fn=default.htm&vid=sefaz_tributaria:vtribut

 

Módulo CockPit

 

No final de 2009 percebemos uma nova necessidade de nossos clientes por uma solução com exibição dinâmica e sintética dos resultados da operação. Surgiu o OuroWeb CockPit!

O Sistema OuroWeb CockPit apresenta as informações organizadas  com fácil visualização e de forma dinâmica no agrupamento e display dos dados.
Oferece a possibilidade de acompanhamento ON-LINE via WebServices dos principais indicadores do negócio.

Com a análise das informações em tempo real a empresa aumenta a agilidade na tomada de decisões e a sua competitividade.

É um sistema modulado em Templates e pode ser integrado ao OuroWeb permitindo algumas visões gerenciais, por exemplo, ter como dimensões da análise: o Cliente, o Representante / Vendedor, o Produto, o Grupo de Produtos, a Região / Cidade e muito mais, tudo sendo montado com o toque pessoal do gestor. 

Os resultados de cada análise são mostrados em graficos 3D e 2D em varios formatos.
É uma solução fantástica desenvolvida pela CUSTOM SOFTWARE. Venha conhecer.

cockpit custom

 

Custom visita a 2a MixPharma em Ribeirão Preto

 

mix pharma ribeirao preto
Aconteceu nos dias 20 e 21 de Outubro de 2011 a segunda feira MixPharma.
Este ano a feira foi sediada na cidade de Ribeirão Preto, interior do Estado de São Paulo, devido ao grande número de farmácias abrangendo as cidades de Campinas, Rio Claro, São José do Rio Preto e Bauru.
A Custom mais uma vez esteve presente prestigiando clientes e fortalecendo laços estratégicos com parceiros comerciais para atendimento de novas distribuidoras de medicamentos farmacêuticos.

Fonte: http://www.pheventosbr.com.br/evento-mixpharma-ribeirao-preto.asp 

 

Prorrogada Portaria CAT 101

Portaria CAT 136, de 28-09-2011 
Altera a Portaria CAT-54/10, de 10-5-2010, que estabelece a base de cálculo na saída de 
medicamentos e mercadorias especificadas, a que se refere o artigo 313-B do Regulamento 
do ICMS. 
O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28-A, 28-
B e 28-C da Lei 6.374, de 1° de março de 1989, nos  artigos 41, 313-A e 313-B do 
Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias 
e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de 
Comunicação - ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, expede a 
seguinte portaria: 
Artigo 1º - Passa a vigorar com a redação que se segue o artigo 4º da Portaria CAT-54/10, 
de 10 de maio de 2010: 
“Artigo 4º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos no 
período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2011.” (NR). 
Artigo 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. 
Portaria CAT 137, de 28-09-2011 
Estabelece a base de cálculo na saída de medicamentos e mercadorias arroladas no § 1º do 
artigo 313-A do Regulamento do ICMS. 
O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28-A, 28-
B e 28-C da Lei 6.374, de 1° de março de 1989, nos  artigos 41, 43, 313-A e 313-B do 
Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre 
Prestações de Serviços de Transporte Interestadual  e Intermunicipal e de Comunicação - 
RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, expede a seguinte 
portaria:      
           
Artigo 1º - No período de  1º de janeiro de 2012 a 31 de dezembro de 2012, a base de 
cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto relativo às saídas subseqüentes das 
mercadorias arroladas no § 1º do artigo 313-A do Regulamento do ICMS, com destino a 
estabelecimento localizado em território paulista, será: 
I - tratando-se de medicamentos, conforme definido  na legislação federal, relacionados na 
lista de preços de medicamentos submetida à Câmara de Regulação do Mercado 
de Medicamentos - CMED e divulgada no portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
- ANVISA na internet, o valor calculado mediante a  utilização dos critérios para fixação e 
ajuste de preços previstos nas resoluções da CMED, aplicando-se 
sobre esse valor os seguintes percentuais de desconto: 
Percentual (%) de Desconto 
Categoria Referência Genéricos Similar Outros 
Positiva 21,91 31,83 19,86 22,94 
Negativa 16,53 26,39 16,85 18,23 
Neutra 20,32 28,17 16,93 20,52 
II - tratando-se de medicamentos, conforme definido na legislação federal, não relacionados 
na lista de preços de medicamentos submetida à Câmara de Regulação do Mercado de 
Medicamentos - CMED, o preço praticado pelo sujeito passivo, 
incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos 
transferíveis ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a 
multiplicação do preço praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST, 
conforme tabela abaixo: 
IVA-ST 
Categoria Referência Genéricos Similar Outros 
Positiva 38,48 273,95 34,64 36,08 
Negativa 34,06 298,80 35,72 39,67 
Neutra 36,27 286,37 35,18 37,87 
III - para as demais mercadorias que não sejam consideradas medicamentos conforme a 
legislação federal, o preço praticado pelo sujeito  passivo, incluídos os valores 
correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis 
ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a multiplicação do preço 
praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial  - IVA-ST de 68,54% (sessenta e oito 
inteiros e cinqüenta e quatro centésimos por cento). 
§ 1º - Quando o valor da operação própria do substituto for igual ou superior a 90% (noventa 
por cento) do valor calculado nos termos do inciso I, deverá ser utilizada a base de cálculo 
prevista no inciso II. 
§ 2º - Para fins do disposto nos incisos I e II, considera-se: 
1 - referência, genéricos e similar, os medicamentos assim definidos na legislação federal; 
2 - outros, os demais medicamentos que não se enquadram no item 1; 
3 - positiva, as mercadorias constantes na lista positiva de incidência do PIS/PASEP e 
COFINS; 
4 - negativa, as mercadorias constantes na lista negativa de incidência do PIS/PASEP e 
COFINS; 
5 - neutra, as mercadorias constantes na lista neutra de incidência do PIS/PASEP e 
COFINS.           
§ 3° - Na hipótese dos incisos II e III, quando se tratar de entrada de mercadoria proveniente 
de outra unidade da Federação, cuja saída interna seja tributada com alíquota superior a 
12% (doze por cento), o estabelecimento destinatário paulista 
deverá utilizar o “IVA-ST ajustado”, calculado pela seguinte fórmula: 
IVA-ST ajustado = [(1+IVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / 
(1 - ALQ intra)] -1, onde: 
1 - IVA-ST original é o IVA-ST aplicável na operação interna,conforme previsto no inciso II; 
2 - ALQ inter é a alíquota interestadual aplicada pelo remetente localizado em outra unidade 
da Federação; 
3 - ALQ intra é a alíquota aplicável à mercadoria neste Estado. 
§ 4º - Tratando-se de medicamentos, na hipótese de  a base de cálculo determinada na 
forma do § 1º ser superior ao valor resultante da aplicação dos critérios para fixação e ajuste 
de preços previstos nas resoluções da CMED, este deverá ser adotado 
como base de cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto devido por substituição 
tributária.  
Artigo 2º - Relativamente às operações com mercadorias que se enquadram no inciso I do 
artigo 1º, praticadas a partir da publicação desta Portaria, o sujeito passivo por substituição 
tributária poderá, para fins de retenção e pagamento do imposto devido pelas saídas 
subseqüentes, optar por utilizar a respectiva base de cálculo estabelecida nesta portaria, em 
substituição à prevista na Portaria CAT-54/10, de 10 de maio de 2010. 
Artigo 3º - Fica revogada a Portaria CAT-101/11, de 30 de junho de 2011. 
Artigo 4º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

A importância da correta Classificação Fiscal de Mercadorias

A exigência da correta classificação fiscal de mercadorias, remonta desde a redação original do Convênio S/Nº de 15/12/1970, quando a mesma já era obrigatória para os contribuintes do IPI, haja vista, que a alíquota desse imposto, é baseada na classificação fiscal da mercadoria.
O alcance da utilização da Classificação Fiscal é bem amplo e o correto enquadramento de uma mercadoria, torna-se fundamental, para determinação da carga tributária, benefícios fiscais e diversos controles do fisco.
Com relação ao ICMS, a maior parte dos benefícios fiscais, está vinculada não somente à descrição das mercadorias, como também a "amarração" com a NCM (Classificação Fiscal). Mencionados benefícios, são (entre outros), as reduções de Base de Cálculo e Isenções.


Para o IPI, temos situações muito parecidas, principalmente no segmento de Bens de Capital e Veículos, onde os benefícios (por exemplo, a suspensão do imposto em determinadas etapas) levam em conta a descrição da mercadoria e sua respectiva NCM.
Na esfera do PIS e da COFINS, alguns produtos possuem alíquotas diferenciadas e sistema de cobrança monofásico. Da mesma forma, na maioria desses casos, a legislação vincula a tributação à NCM específicas.
Tratando-se de comércio exterior, a informação da NCM é fundamental nas operações de importação para a tributação do produto. Nas operações de exportação, utiliza-se a TEC (Tarifa Externa Comum) que foi baseada na NCM.

A importância da NCM no SPED
Por sua vez, o projeto SPED, no que se refere a EFD, está sustentado em três pilares principais: a NCM, o CFOP e o CST.
Ou seja, a partir desses enquadramentos, é possível fazer um bom rastreamento pelo fisco e por consequência fornecer uma boa noção sistemática de toda a operação tributária ocorrida no período.

Na EFD do PIS-COFINS, também se faz necessária a utilização correta da NCM em determinados registros e campos, os quais serão foco de atenção pelo fisco na análise e validação.
Pensando em todas as implicações decorrentes da incorreta classificação fiscal, a FISCOSoft preparou um curso completo, que visa demonstrar as Nomenclaturas derivadas do Sistema Harmonizado (SH), orientando os participantes sobre a correta utilização da NCM no dia a dia das empresas e suas implicações no SPED e NF-e.

O Futuro Hoje

A tecnologia propicia a informação como ferramenta de integração e compartilhamento entre os players do mercado farmacêutico
A integração de laboratórios, distribuidores e varejistas, cada vez mais, depende do uso da tecnologia. O adventoda internet e a maior formalização do setor foram os grandes propulsores para a aproximação das cadeias de negócios. Até meados da década de 80, no Brasil, os processos de troca de dados por meio de protocolos como o electronic data interchange (EDI) ficavam restritos aos maiores distribuidores, indústrias e redes. Apenas essas empresas de porte possuíam infraestrutura para trocar criadados sobre informações de vendas, demanda e estoques. Já no varejo, em especial nas pequenas e médias farmácias, a Nota Fiscal Eletrônica (NFe), implantada há pouco mais de dois anos, também acelerou a informatização do segmento, permitindo que os processos de trocas de dados possam ser mais seguros e estáveis. “Atualmente, só em nossa rede temos cerca de 36 mil pontos de venda conectados por meio de soluções web e EDI. Uma pequena farmácia no interior do País consegue acessar seus fornecedores, fazer compras, negociar pedidos a distância, e se inserir no contexto do mercado”, fala o diretor de marketing e planejamento do Grupo InterPlayers, Fernando Cascardo.
O executivo defende que nas grandes cadeias o uso das redes de valor agregado para a troca de informações (VANs) facilita a integração entre diferentes players, pois a grande dificuldade desse segmento é a padronização dos processos de troca de dados entre  fornecedores e distribuidores, seguida das necessidades de maior visão e controle dos processos.

A tecnologia como ferramenta de integração ajuda a dar efetividade e controle a um compromisso ou uma regra de negócios firmada. Ela traz a possibilidade de aproximação entre públicos potenciais numa cadeia de negócios, agiliza os processos, proporciona transparência e oferece condições de controle e gestão aos interlocutores. Com isso permite que os negócios se efetivem de fato. A cadeia se integra de forma colaborativa e cada player assume seu papel de acordo com a natureza do negócio.

“Devemos destacar que essa tendência não é privilégio de nosso segmento. Setores diversos, como o alimentar, o eletrônico e o da construção civil já se aproximam para discutir estratégias e estabelecer relação direta de negócios”, comenta Cascardo. Assim, cabe à indústria gerir suas marcas, cuidar da performance e abastecimento dos produtos. Ao varejo, por outro lado, fica a responsabilidade de conciliar essa necessidade com o perfil da loja, os espaços, as características do bairro e do shopper. Os ganhos são claros e transparentes, na melhor gestão das rupturas de estoques, maior rentabilidade ao varejo, criação de novos serviços ao consumidor e maior informação e treinamento. O diretor acredita que é fundamental também destacar o papel da cadeia de distribuição, que inclui processos logísticos e grande expertise operacional como parte importante desta nova era.

O diretor comercial da Estrutural GTec, Ricardo Guimarães, acredita que o antigo paradigma de que a informação é um segredo de negócio já foi quebrado: “O mercado avançou e atualmente temos a informação como objeto de integração e compartilhamento, dando foco aos objetivos comuns dos parceiros”. Os ganhos, não somente financeiros, passam a depender da criatividade com que cada player observa o mercado, a forma com que cada um faz a leitura do segmento em que está inserido. É claro que com gente de visão, que exercita dia a dia a criatividade, o mercado só tem a crescer e personalizar-se cada vez mais.

“Nos últimos anos o varejo tem participado mais ativamente dessa integração. Como exemplo disso, o nosso software, o Acompanhamento Corporativo de Demandas (Acode), tem possibilitado às redes associativistas unificar a visão da demanda de seus associados junto aos fornecedores homologados ao sistema”, ressalta Guimarães. Para ele, o sistema é, sem sombra de dúvidas, um grande avanço no relacionamento dos players. Esse software é utilizado pelas redes associadas à Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias (Febrafar).

Nesta nova era os elos da cadeia fecham negócios e trocam informações de desempenho de produtos. “Entendo que o principal elo, ainda pouco explorado, é que fecha a cadeia produção-distribuição-varejo. Temos ainda a tendência de os dados retornarem aos laboratórios via distribuidores. Assim, laboratórios têm suas medidas de desempenho baseadas em dados da distribuição”, pondera o executivo. Por outro lado, ele explica que nem sempre as informações repassadas pela distribuição ao varejo condizem com o resultado de venda junto aos consumidores. “Entendo que dados idôneos trariam luz a uma realidade ainda não pesquisada em toda a sua complexidade. Esses seriam os dados do verdadeiro consumo, provindos do varejo e que poderiam alimentar diretamente os estrategistas dos laboratórios sobre o comportamento de seus produtos ou a falta de consumo de alguns itens”, revela Guimarães.

Ele ressalta que os cursos de especialização e os MBAs voltados para o segmento têm trazido pessoal acadêmico focado nas questões e na busca de possibilidades para todos os níveis do mercado. A visão técnica desses profissionais, juntamente com a perspectiva tradicional intuitiva, regrada pela integração, fará com que os varejistas, distribuidores e laboratórios entendam que são os únicos que podem melhorar o panorama. “Nós, da Estrutural GTec, trabalhamos no sentido de fazer parte, trazendo ideias inovadoras que visam sempre aspectos que integram o mercado. O elo mais importante, ainda a ser inserido na cadeia, é o consumidor. Precisamos de um mea culpa para conquistar a sua confiança e conseguir alimentar a rede com mais este dado importantíssimo, mas que ainda nos é negado”, dispara o especialista.

O futuro

A professora doutora em Administração de Tecnologia da Informação, da Fundação Getúlio Vargas, e diretora da Vip-Systems, Regiane Relva Romano, está constantemente buscando inovações no setor de informática e esteve nos mais importantes eventos internacionais sobre o assunto. É ela quem destaca algumas tendências que impactam o segmento farmacêutico: “Participei das últimas quatro feiras internacionais que aconteceram neste ano e há várias soluções para a área médica, que irão impactar o mercado farmacêutico”. Ela conta também que a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) estará presente em tudo. “Os medicamentos terão as etiquetas em suas embalagens e estas falarão com os armários que serão equipados com sensores e irão controlar se o medicamento foi administrado ou não”. Regiane explica que quando o medicamento acabar, se for de uso contínuo, será disparado um pedido automático de ressuprimento. Além disso, tudo estará integrado aos dispositivos móveis, como o celular, por exemplo. “Estes pequenos notáveis também virarão as nossas carteiras. Com eles, poderemos ler os RFID nos medicamentos e saber detalhes sobre os mesmos. Porém, para tanto, teremos que fazer as lições básicas de casa”. Ela as descreve da seguinte maneira:

A) Ter sistema de controle de estoque eficiente. Para isto o EDI será fundamental. É necessário saber o que foi vendido e o que há nas prateleiras para evitar que os produtos fiquem velhos e obsoletos.

B) Manter sistema integrado: vendeu, o fabricante precisa ser comunicado para que os produtos não faltem nas gôndolas.

C) Os dados deverão ser únicos, ou seja, há um processo que está começando a acontecer com os fabricantes para supermercados que é o Global Data Synchronization Network (GDSN). Tratase da busca de padronização do cadastro dos dados básicos dos itens. Assim, o fabricante cadastra e o varejista apenas importa as informações, evitando que cada farmácia receba uma descrição diferente para o mesmo produto.

D) A tecnologia poderá ajudar a rastrear praticamente tudo: validade dos produtos, autenticidade, localização. No futuro, poderá estar integrado ao RIC (que será o RG eletrônico) para saber se a pessoa tem alergia ou se já está usando um determinado medicamento. Com disto toda a cadeia de suprimentos será impactada.

E) Com o advento do Sistema Nacional de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias (BRASIL-ID), a sonegação tenderá a diminuir muito e os dados necessitarão estar integrados e disponíveis para o acesso por diversos elos da cadeia de suprimentos.

F) As novas tecnologias permitirão a instalação de vending machines nas farmácias ou até em locais que não são específicos para vender medicamentos. Estas máquinas conseguem ler as receitas e são equipadas com robôs que separam o medicamento, embalam e o disponibilizam para os consumidores, após o pagamento e a checagem da autenticidade da receita médica.

“A troca de informações nunca foi tão imprescindível. Precisamos saber o giro, a localização do produto, as validades, os lotes, os consumidores, enfim, tudo! Por isto, o EDI e as ferramentas de Efficient Consumer Response (ECR), além do RFID, terão um impacto considerável nos negócios daqui para a frente”, avisa Regiane.

Já Cascardo avalia as tendências com uma visão além da tecnologia. “Acredito que vivemos um momento muito especial para o segmento farmacêutico. É a adaptação a uma nova realidade, tal como já vimos em outros setores da economia. Não podemos nos esquecer de que vivemos um cenário mágico no País desde o fim da inflação, com mais consumo, maior distribuição de renda e crescimento industrial. Esse é o ponto”, ressalta ele. Diante da economia que cresce e se estrutura é natural que o setor se reorganize para crescer após anos de estagnação e baixo investimento na cadeia como um todo. Cascardo explica que as agências regulatórias discutem a maior formalização do setor, o varejo cresce e se aparelha para atender mais e melhor seus consumidores e a indústria, de forma geral, busca se estruturar para garantir a estratégia de geração de demanda. “Seja o que for, a tecnologia é meio, não é fim. Ela só vem para ajudar e construir elos mais seguros numa cadeia. Isso é tendência ou realidade?”, indaga, por fim, o executivo.

Fonte: http://www.guiadafarmacia.com.br/

Novos Distrbuidores operando com Ouroweb no 1º Trimestre de 2011

Cinco novas distribuidoras de medicamentos iniciaram operação com o OuroWeb no primeiro trimestre de 2011 e outras sete empresas finalizaram o processo no 2º Trimestre.

Expandimos a área de atuação com uma maior presença nos estados do Nordeste e Centro Oeste do pais.

Nosso objetivo é o de oferecer softwares para distribuidoras da área de saúde, como Distribuidoras de Medicamentos, Materiais, Produtos Hospitalares, Farmacêuticos, Cirúrgicos e Licitações, e o destaque é a especilização no setor o que mostra nosso compromisso com a qualidade e com nossos clientes.

É com este foco no cliente, dedicação e bom atendimento que a Custom Software vem se destacando neste mercado de distribuição.

Entre em contato e agende uma demonstração. 

 

Nova operação do Módulo de Compras

 

Após o período de testes e homologação pelo departamento de qualidade foi publicada a nova versão do Ouroweb com as novas funcionalidades de Análise e de Sugestão de Compras neste segundo trimestre de 2011.

Desenvolvemos uma nova tela de sugestão e geração do pedido de compra integrados sem a necessidade de redigitação como ocorria até então.  Além de incrementos nos demais módulos de compras como a tela de sugestão, requisição, Consulta, Proposta e Liberação de pedido de compra.

Aumentamos a velocidade e qualidade para analisar a demanda de vendas já atendida em um período e assim projetar as compras de forma a evitar a ruptura de estoques que é algo fatal em uma distribuidora.

Quer conhecer melhor esta novidade.
Entre em contato conosco e agende uma apresentação remota !